domingo, setembro 23, 2007

Essa máxima de "até que a morte nos separe" é cada vez menos uma realidade e talvez por isso uma deputada alemã da União Socialcristã da Baviera, conservadora mas pouco, propôs no parlamento do seu País que o casamento durasse apenas 7 anos.
Já estou a imaginar o padre e todos os que celebram casamentos a fazer a pergunta sacramental:
-Jura amar, honrar e ser fiel a fulano de tal nos próximos sete anos?
Gabriele Pauli abre a hipótese a uma renovação dos votos sempre que os dois implicados no assunto estejam de acordo.
Se esta senhora na foto conseguir levar a sua ideia avante o amor passará a ser como já tantas outras coisas neste mundo...a prazo.
Bom domingo...

14 comments:

elvira carvalho disse...

Sempre teve prazo marcado dina. Com a morte. Até que a morte nos separe ... E ás vezes a morte do amor, acontece quando os dois ainda teem longa vida pela frente. Conheço casais a viver na mesma casa, sem se falarem e com vidas completamente independentes. Por hábito? Por necessidade? Por medo? não sei. Mas conheço 3 casais assim
Um abraço e bom domingo

Repórter disse...

Admiro-me que te admires com a proposta desta elegante senhora.

:)

Dina disse...

O que me causa admiração é ela ser dum partido bastante conservador...
Quanto à morte do amor é cada vez mais uma realidade mas estabelecer prazos para isso? As pessoas permanecem casadas 7 anos e se não mostrarem vontade de renovar o contrato ele dissolve-se...faz-me lembrar as mensagens da Missão Impossível que depois de lidas se auto-destruíam.

Repórter disse...

Desde quando o casamento é coisa eterna?
Desde quando o chamado partido a que a senhora pertence é conservador?
O que se entende por conservadorismo?

Boa semana.

Ninica disse...

"até que a morte nos separe..." esse nome diz-me qualquer coisa... Eu espero que o nosso dure mais que isso, pelo menos faze-mos todos os dias por isso, para nos entender-mos, amarmo-nos e não cair-mos na rotina diária...

Pitanga disse...

Esta é a terceira vez que tento vamos lá ver.

Pitanga disse...

Aaah, bom! Então é assim: não temos a crise dos sete anos? Esta senhora apenas propõe que se avise logo: olha só aguento os sete e "mai nada". hehe

Marronco disse...

7 anitos com esta moçoila deputada? Eu safava-me bem... ;-9
:-P

Cruxe disse...

Por este andar qualquer dia nos casamentos tem que se assinar um contrato com todas as clausulas de obrigações e direitos e com a indicação de que o contrato será automaticamente renovado por periodo igual, tal e qual os contratos de emprego.

Olha... eu já tinha renovado o meu. Vou a caminho dos 9 anos :)

Franky disse...

Todos os casamentos tem a sua primeira crise aos 7 anos! Eu também não fui excepção!
É só minha esta teoria, por isso vale o que vale, só se é inteiramente feliz, nos primeiros 7 anos. O resto?? O resto da vida é até que a morte os separe, se entretanto não aparecer o par ideal. Hoje em dia muito mais fácil de resolver.

Eskisito disse...

Sete anos é tempo demais. Pr'ai uns três anos e a ver se aguentam...
Prazo de validade num casamento. Adorei.
Beijos

Pitanga disse...

E já agora: com este modelito não lhe ficava mal um saltinho no sapato, não achas?

fj disse...

Pior de tudo é se os 1ºs 7 anos são mesmo de caracter obrigatório, haja o q houver;).
Parece-me que quem ficou admirado com a senhora foi o rapazito (foto) o das riscas, ehehehe.
Pitanga tem razão, uns saltitos a senhora ficava muito mais...isso :P
beijos(100trovoada)
:)

Azul disse...

Concordo com o CruxeSSSSSSSSSS!

E não há dúvida: é inovador!!!
e também pode realmente salvaguardar uma série de chatices que advêm - 2º dizem- com a crise dos " sete".

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