quinta-feira, abril 05, 2007
O Reporter escreveu num comentário deixado num post mais abaixo o seguinte:
"Blogues com gente dentro confundem-me"


O desafio que lhe lanço a ele a todos os que por aqui passarem é que me definam o que consideram "blogues com gente dentro".


Porquê?

Porque gostei da frase e sobretudo porque na blogosfera há vários tipos de blogues e possívelmente muitos de nós nunca tinhamos pensado muito nisso.


(imagem: capa do livro com o mesmo nome)

Sinopse: Apesar de ser um fenómeno relativamente recente, em poucos anos os blogues conheceram uma difusão extremamente célere na Rede, impondo-se como um novo modelo de comunicação que põe diariamente em contacto e em confronto pessoas e ideias, transformando a Internet numa imensa infra-estrutura de discussão, e criando uma comunidade cuja única regra é a relação. Partindo destas características, Giuseppe Granieri procura responder a questões que relacionam os blogues, a informação, os media, a política e a democracia, e as regras que gerem e filtram todo este enorme ecossistema. Sustentado por exemplos concretos e actuais, este é um livro indispensável para compreender e acompanhar a revolução que os blogues estão a operar, em tempo real, no nosso quotidiano e que desafia a nossa visão do papel das novas tecnologias na sociedade num futuro não muito distante.
quarta-feira, abril 04, 2007

Estou cada vez mais alérgica...a pessoas que continuam a pensar que ainda estão no início dos anos 70 do século passado. (leia-se tempo da outra senhora)

Devem estar a sair em série duma qualquer fábrica localizada algures neste país de provincianos.

Como dizia a minha mãe..."são exactamente iguais aos outros vestem-as (cuecas)pelo mesmo sítio"

Haja pachorra!!

Se gostou da imagem encontra mais AQUI
As coisas vulgares que há na vida
Não deixam saudade
Só as lembranças que doem
Ou fazem sorrir

Há gente que fica na historia
Da historia da gente
E outros de quem nem o nome
Lembramos ouvir

São emoções que dão vida
À saudade que trago
Aquelas que tive contigo
E acabei por perder

Há dias que marcam a alma
E a vida da gente
E aquele em que tu me deixaste
Não posso esquecer

A chuva molhava-me o rosto
Gelado e cansado
As ruas que a cidade tinha
Já eu percorrera

Ai, meu choro de moça perdida
Gritava à cidade
Que o fogo do amor sob a chuva
Há instantes morrera

A chuva ouviu e calou
Meu segredo à cidade
E eis que ela bate no vidro
Trazendo a saudade

Jorge Fernando

Só a encontrei na voz de Mariza...embora prefira o original de Jorge Fernando.
(Para ouvirem têm que desligar a rádio Aqueduto, localizada à vossa esquerda)

segunda-feira, abril 02, 2007
...estou como o tempo.
Já choveu... já fez sol... e agora está uma trovoada e tanto...





Raios parta isto...

Se já o eram antes...a partir d'agora vão ser um negócio em franco crescimento.

Qual??

As agências funerárias...porque muita gente vai deixar de ir ao hospital mesmo que esteja muito doente por medo de ser internado e não ter dinheiro para pagar a conta depois.

Um funeral sai mais caro?

Pois sai...mas já não são eles que pagam!!

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