terça-feira, novembro 15, 2011
Estou a ficar preguiçosa.
Não me apetece fazer coisas que me ocupem muito tempo.
Não me apetece fazer coisas que exijam muito de mim.
Ando numa fase em que tudo o que me apetece é calma e sossego.
Até actualizar um blogue diariamente me parece uma exigência excessiva.
Não me apetece dividir os meus pensamentos, as minhas dúvidas, as minhas incertezas e tudo aquilo que faz parte dos meus dias com ninguém.
Acho que estou numa fase da vida em que me sinto muito bem só comigo.

Talvez porque diariamente a minha profissão me exige muito...e depois preciso desligar, ficar em standby



quinta-feira, outubro 27, 2011
Qual vos parece ser o melhor remédio para acabar já com a garganta arranhada e a constipação que está a querer instalar-se?

Um chá bem quente...



ou leite quente com ponche?


Se calhar o melhor é experimentar os dois para não ficar mesmo com uma grande constipação.

domingo, outubro 16, 2011





¿Mi tierra?
Mi tierra eres tú.

¿Mi gente?
Mi gente eres tú.

El destierro y la muerte
para mi están adonde
no estés tú.

¿Y mi vida?
Dime, mi vida,
¿qué es, si no eres tú?


Luis Cernuda
quarta-feira, agosto 17, 2011
...mas a culpa não é minha.
O tempo é algo que não consigo esticar e ao contrário do que acontece com a maior parte das pessoas, conforme os anos passam vou tendo menos tempo livre.
Reconheço que o FB é menos exigente e por essa razão tenho andado mais tempo por lá.
Neste momento apesar de estar de férias tenho andado atarefada nas habituais limpezas de verão.
Este foi um dos trabalhos:


quarta-feira, março 30, 2011

A maior desgraça de uma nação pobre é que em vez de produzir riqueza, produz ricos.

Mas ricos sem riqueza.

Na realidade, melhor seria chamá-los não de ricos mas de endinheirados.

Rico é quem possui meios de produção.

Rico é quem gera dinheiro e dá emprego.

Endinheirado é quem simplesmente tem dinheiro, ou que pensa que tem. Porque, na realidade, o dinheiro é que o tem a ele.

A verdade é esta: são demasiados pobres os nossos "ricos".

Aquilo que têm, não detêm.

Pior: aquilo que exibem como seu, é propriedade de outros.

É produto de roubo e de negociatas.

Não podem, porém, estes nossos endinheirados usufruir em tranquilidade de tudo quanto roubaram.

Vivem na obsessão de poderem ser roubados.

Necessitavam de forças policiais à altura.

Mas forças policiais à altura acabariam por lançá-los a eles próprios na cadeia.

Necessitavam de uma ordem social em que houvesse poucas razões para a criminalidade.

Mas se eles enriqueceram foi graças a essa mesma desordem ...


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