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sexta-feira, abril 20, 2007
Há muito tempo que não coloco aqui nada duma Senhora que me merece todo o respeito.
É uma artista não só com as palavras mas também com os pincéis. Tenho pena de não poder mostrar nenhum dos seus quadros mas posso colocar aqui um dos seus poemas.
Nesta altura os campos do Alentejo estão cheios de flores...e as papoilas são as que normalmente mais se destacam.

Papoila
A papoila tem o tom vermelho, rubro
da festa em brasa
E, no verde manso do trigal - se aparece
é o grito que contesta a cor certinha o
ondular ardente
ao toque do tempo - compassos do vento!...
É a gargalhada insólita, inesperada
que desfralda a revolta recalcada!
E... a Papoila sabe!
Cativante! - Erótica, ao tacto macia...
Tem toque de pele - morna como um ventre...
Tem o toque de seda - um mole de veludo...
- Um nada de cada - um pouco de tudo...
Por isso disfarça o olhar pestanudo
de estames fartos que o ópio perturba...
- Sabe-lhe o negrume e esconde-o bem
na cor escaldante que as pétalas tem.
- Bem de longe chama! - Sou de sangue e lume!
- Sou de sangue e lume!...
- E só se colhida - da morte já ferida
e em requebro de tango , maldosa ,
perdida
sensual, pagã - confessa o ciúme
de usar veneno
em vez de perfume !
Maria José Rijo
Livro - de Flores
Como não tenho este livro tomei a liberdade de retirar este poema de alguém que consegue ser uma admiradora ainda mais fervorosa desta Senhora.
Podem encontrar outros textos e poemas no sítio da Paula
É uma artista não só com as palavras mas também com os pincéis. Tenho pena de não poder mostrar nenhum dos seus quadros mas posso colocar aqui um dos seus poemas.
Nesta altura os campos do Alentejo estão cheios de flores...e as papoilas são as que normalmente mais se destacam.
Papoila
A papoila tem o tom vermelho, rubro
da festa em brasa
E, no verde manso do trigal - se aparece
é o grito que contesta a cor certinha o
ondular ardente
ao toque do tempo - compassos do vento!...
É a gargalhada insólita, inesperada
que desfralda a revolta recalcada!
E... a Papoila sabe!
Cativante! - Erótica, ao tacto macia...
Tem toque de pele - morna como um ventre...
Tem o toque de seda - um mole de veludo...
- Um nada de cada - um pouco de tudo...
Por isso disfarça o olhar pestanudo
de estames fartos que o ópio perturba...
- Sabe-lhe o negrume e esconde-o bem
na cor escaldante que as pétalas tem.
- Bem de longe chama! - Sou de sangue e lume!
- Sou de sangue e lume!...
- E só se colhida - da morte já ferida
e em requebro de tango , maldosa ,
perdida
sensual, pagã - confessa o ciúme
de usar veneno
em vez de perfume !
Maria José Rijo
Livro - de Flores
Como não tenho este livro tomei a liberdade de retirar este poema de alguém que consegue ser uma admiradora ainda mais fervorosa desta Senhora.
Podem encontrar outros textos e poemas no sítio da Paula
quinta-feira, janeiro 25, 2007
Não existe a morte. Os astros se vão
Para surgirem em outras terras e
Sempre brilhando no diadema celeste,
Espalham seu fulgor incessantemente.
Não existe a morte. O chão que pisamos
Converter-se-á pelas chuvas estivais,
Em grãos dourados; em doces frutos;
Em flores que luzem suas policromias.
Não existe a morte. Embora lamentemos
Quando o corpo denso de seres queridos
Que aprendemos a amar, sejam levados
De nossos amorosos braços, agora vazios.
Eles não morreram. Apenas partiram,
Rompendo a névoa que nos cega aqui;
Para nova vida, mais ampla, mais livre,
De esferas serenas, de brilhante Luz.
Embora invisíveis aos nossos olhos;
Continuam nos amando. Estão connosco.
Nunca esquecem os seres queridos,
Que pelo mundo, atrás deixaram.
Não existe a morte. As folhas do bosque
Convertem em vida o ar invisível;
As rochas se desintegram para alimentar
O faminto musgo que nelas se agarrou.
Não existe a morte. As folhas caem;
As flores murcham e desaparecem;
Esperam apenas durante as horas hibernais
O retorno do suave alento da Primavera.
Embora com o coração despedaçado,
Coberto com as negras vestes de luto,
Levemos seus restos à obscura morada
E digamos que eles morreram.
Apenas despiram suas vestes de barro,
Para revestirem com trajes cintilantes.
Não foram para longe, não nos deixaram;
Não se perderam; nem mesmo partiram.
Por vezes sentimos na fronte febril,
Suave carícia ou balsâmico alento;
É que nosso espírito ainda os vê,
E nosso coração se conforta e tranquiliza.
Sempre juntos a nós, embora invisíveis,
Continuam esses queridos espíritos imortais;
Pois, em todo o infinito Universo de Deus,
Só existe Vida - NÃO EXISTE MORTE.
John Luckey McCreery (1835 - 1906)
Para surgirem em outras terras e
Sempre brilhando no diadema celeste,
Espalham seu fulgor incessantemente.
Não existe a morte. O chão que pisamos
Converter-se-á pelas chuvas estivais,
Em grãos dourados; em doces frutos;
Em flores que luzem suas policromias.
Não existe a morte. Embora lamentemos
Quando o corpo denso de seres queridos
Que aprendemos a amar, sejam levados
De nossos amorosos braços, agora vazios.
Eles não morreram. Apenas partiram,
Rompendo a névoa que nos cega aqui;
Para nova vida, mais ampla, mais livre,
De esferas serenas, de brilhante Luz.
Embora invisíveis aos nossos olhos;
Continuam nos amando. Estão connosco.
Nunca esquecem os seres queridos,
Que pelo mundo, atrás deixaram.
Não existe a morte. As folhas do bosque
Convertem em vida o ar invisível;
As rochas se desintegram para alimentar
O faminto musgo que nelas se agarrou.
Não existe a morte. As folhas caem;
As flores murcham e desaparecem;
Esperam apenas durante as horas hibernais
O retorno do suave alento da Primavera.
Embora com o coração despedaçado,
Coberto com as negras vestes de luto,
Levemos seus restos à obscura morada
E digamos que eles morreram.
Apenas despiram suas vestes de barro,
Para revestirem com trajes cintilantes.
Não foram para longe, não nos deixaram;
Não se perderam; nem mesmo partiram.
Por vezes sentimos na fronte febril,
Suave carícia ou balsâmico alento;
É que nosso espírito ainda os vê,
E nosso coração se conforta e tranquiliza.
Sempre juntos a nós, embora invisíveis,
Continuam esses queridos espíritos imortais;
Pois, em todo o infinito Universo de Deus,
Só existe Vida - NÃO EXISTE MORTE.
John Luckey McCreery (1835 - 1906)
sábado, junho 13, 2009
Por vezes basta um cheiro para nos fazer andar para trás no tempo.
Dei por mim a pensar que hoje até as flores que vejo nos jardins e quintais são diferentes das que existiam na minha infância.
Resolvi procurar e consegui encontrar fotos de algumas...será que se lembram delas??
A primeira foto é duma flor a que a minha mãe chamava Paraíso...foi o seu cheiro, ou a lembrança dele, que despertou em mim estas recordações!!

Paraíso...

Lilases

Lírios do campo

Não sei o nome destas...mas eu chamava-lhe cãezinhos. Não sei porquê!!

Os gladíolos ainda vão aparecendo, pelo menos nalgumas floristas!

Goivos também nunca mais vi nenhuns...

Narcisos...

Mimosas...tinha uma no quintal ao lado. Era enorme e por isso parte dos seus ramos caíam para o nosso quintal.
Recordar é reviver...
Adenda-Se clicarem no paraíso por baixo da foto...vão descobrir um bocadinho do Alentejo...um verdadeiro paraíso!
Dei por mim a pensar que hoje até as flores que vejo nos jardins e quintais são diferentes das que existiam na minha infância.
Resolvi procurar e consegui encontrar fotos de algumas...será que se lembram delas??
A primeira foto é duma flor a que a minha mãe chamava Paraíso...foi o seu cheiro, ou a lembrança dele, que despertou em mim estas recordações!!

Paraíso...
Lilases

Lírios do campo

Não sei o nome destas...mas eu chamava-lhe cãezinhos. Não sei porquê!!

Os gladíolos ainda vão aparecendo, pelo menos nalgumas floristas!

Goivos também nunca mais vi nenhuns...

Narcisos...

Mimosas...tinha uma no quintal ao lado. Era enorme e por isso parte dos seus ramos caíam para o nosso quintal.
Recordar é reviver...
Adenda-Se clicarem no paraíso por baixo da foto...vão descobrir um bocadinho do Alentejo...um verdadeiro paraíso!
domingo, março 22, 2009

Flor-de-Maracujá
De 1 de Junho a 23 de Junho
Para os atlantes, essa flor é o símbolo da dualidade da natureza.
As pessoas que nascem sob o signo de Flor-de-Maracujá podem ser bastante duais.
Às vezes, aparentam uma determinada coisa, embora tenham uma essência absolutamente oposta. São falantes e decididas, mas às vezes retraem-se e deixam de agir porque receiam errar.
Podem encontrar a felicidade quando conseguem estabelecer um ponto de equilíbrio entre as energias opostas que agem em sua personalidade.
Para saberem qual é a vossa vão aqui
quarta-feira, abril 25, 2007
Vale a pena ler o texto que se segue. Mesmo que ele vos pareça muito grande.Não desistam...vão até ao fim!
Quero fazer o elogio do amor puro. Parece-me que já ninguém se apaixona de verdade. Já ninguém quer viver um amor impossível. Já ninguém aceita amar sem uma razão. Hoje as pessoas apaixonam-se por uma questão de prática. Porque dá jeito. Porque são colegas e estão ali mesmo ao lado. Porque se dão bem e não se chateiam muito. Porque faz sentido. Porque é mais barato, por causa da casa. Por causa da cama. Por causa das cuecas e das calças e das contas da lavandaria. Hoje em dia as pessoas fazem contratos pré-nupciais, discutem tudo de antemão, fazem planos e à mínima merdinha entram logo em "diálogo". O amor passou a ser passível de ser combinado. Os amantes tornaram-se sócios. Reúnem-se, discutem problemas, tomam decisões. O amor transformou-se numa variante psico-sócio-bio-ecológica de camaradagem. A paixão, que devia ser desmedida, é na medida do possível. O amor tornou-se uma questão prática. O resultado é que as pessoas, em vez de se apaixonarem de verdade, ficam "praticamente" apaixonadas. Eu quero fazer o elogio do amor puro, do amor cego, do amor estúpido, do amor doente, do único amor verdadeiro que há, estou farto de conversas, farto de compreensões, farto de conveniências de serviço. Nunca vi namorados tão embrutecidos, tão cobardes e tão comodistas como os de hoje. Incapazes de um gesto largo, de correr um risco, de um rasgo de ousadia, são uma raça de telefoneiros e capangas de cantina, malta do "tá tudo bem, tudo bem", tomadores de bicas, alcançadores de compromissos, bananóides, borra-botas, matadores do romance, romanticidas. Já ninguém se apaixona? Já ninguém aceita a paixão pura, a saudade sem fim, a tristeza, o desequilíbrio, o medo, o custo, o amor, a doença que é como um cancro a comer-nos o coração e que nos canta no peito ao mesmo tempo? O amor é uma coisa, a vida é outra. O amor não é para ser uma ajudinha. Não é para ser o alívio, o repouso, o intervalo, a pancadinha nas costas, a pausa que refresca, o pronto-socorro da tortuosa estrada da vida, o nosso "dá lá um jeitinho sentimental". Odeio esta mania contemporânea por sopas e descanso. Odeio os novos casalinhos. Para onde quer que se olhe, já não se vê romance, gritaria, maluquice, facada, abraços, flores. O amor fechou a loja. Foi trespassada ao pessoal da pantufa e da serenidade. Amor é amor. É essa beleza. É esse perigo. O nosso amor não é para nos compreender, não é para nos ajudar, não é para nos fazer felizes. Tanto pode como não pode. Tanto faz. É uma questão de azar.
O nosso amor não é para nos amar, para nos levar de repente ao céu, a tempo ainda de apanhar um bocadinho de inferno aberto. O amor é uma coisa, a vida é outra. A vida às vezes mata o amor. A "vidinha" é uma convivência assassina. O amor puro não é um meio, não é um fim, não é um princípio, não é um destino. O amor puro é uma condição. Tem tanto a ver com a vida de cada um como o clima. O amor não se percebe. Não dá para perceber. O amor é um estado de quem se sente. O amor é a nossa alma. É a nossa alma a desatar. A desatar a correr atrás do que não sabe, não apanha, não larga, não compreende. O amor é uma verdade. É por isso que a ilusão é necessária. A ilusão é bonita, não faz mal. Que se invente e minta e sonhe o que quiser. O amor é uma coisa, a vida é outra. A realidade pode matar, o amor é mais bonito que a vida. A vida que se lixe. Num momento, num olhar, o coração apanha-se para sempre. Ama-se alguém. Por muito longe, por muito difícil, por muito desesperadamente. O coração guarda o que se nos escapa das mãos. E durante o dia e durante a vida, quando não esta lá quem se ama, não é ela que nos acompanha - é o nosso amor, o amor que se lhe tem. Não é para perceber. É sinal de amor puro não se perceber, amar e não se ter, querer e não guardar a esperança, doer sem ficar magoado, viver sozinho, triste, mas mais acompanhado de quem vive feliz. Não se pode ceder. Não se pode resistir. A vida é uma coisa, o amor é outra. A vida dura a vida inteira, o amor não.
Miguel Esteves Cardoso in Expresso
Quero fazer o elogio do amor puro. Parece-me que já ninguém se apaixona de verdade. Já ninguém quer viver um amor impossível. Já ninguém aceita amar sem uma razão. Hoje as pessoas apaixonam-se por uma questão de prática. Porque dá jeito. Porque são colegas e estão ali mesmo ao lado. Porque se dão bem e não se chateiam muito. Porque faz sentido. Porque é mais barato, por causa da casa. Por causa da cama. Por causa das cuecas e das calças e das contas da lavandaria. Hoje em dia as pessoas fazem contratos pré-nupciais, discutem tudo de antemão, fazem planos e à mínima merdinha entram logo em "diálogo". O amor passou a ser passível de ser combinado. Os amantes tornaram-se sócios. Reúnem-se, discutem problemas, tomam decisões. O amor transformou-se numa variante psico-sócio-bio-ecológica de camaradagem. A paixão, que devia ser desmedida, é na medida do possível. O amor tornou-se uma questão prática. O resultado é que as pessoas, em vez de se apaixonarem de verdade, ficam "praticamente" apaixonadas. Eu quero fazer o elogio do amor puro, do amor cego, do amor estúpido, do amor doente, do único amor verdadeiro que há, estou farto de conversas, farto de compreensões, farto de conveniências de serviço. Nunca vi namorados tão embrutecidos, tão cobardes e tão comodistas como os de hoje. Incapazes de um gesto largo, de correr um risco, de um rasgo de ousadia, são uma raça de telefoneiros e capangas de cantina, malta do "tá tudo bem, tudo bem", tomadores de bicas, alcançadores de compromissos, bananóides, borra-botas, matadores do romance, romanticidas. Já ninguém se apaixona? Já ninguém aceita a paixão pura, a saudade sem fim, a tristeza, o desequilíbrio, o medo, o custo, o amor, a doença que é como um cancro a comer-nos o coração e que nos canta no peito ao mesmo tempo? O amor é uma coisa, a vida é outra. O amor não é para ser uma ajudinha. Não é para ser o alívio, o repouso, o intervalo, a pancadinha nas costas, a pausa que refresca, o pronto-socorro da tortuosa estrada da vida, o nosso "dá lá um jeitinho sentimental". Odeio esta mania contemporânea por sopas e descanso. Odeio os novos casalinhos. Para onde quer que se olhe, já não se vê romance, gritaria, maluquice, facada, abraços, flores. O amor fechou a loja. Foi trespassada ao pessoal da pantufa e da serenidade. Amor é amor. É essa beleza. É esse perigo. O nosso amor não é para nos compreender, não é para nos ajudar, não é para nos fazer felizes. Tanto pode como não pode. Tanto faz. É uma questão de azar.
O nosso amor não é para nos amar, para nos levar de repente ao céu, a tempo ainda de apanhar um bocadinho de inferno aberto. O amor é uma coisa, a vida é outra. A vida às vezes mata o amor. A "vidinha" é uma convivência assassina. O amor puro não é um meio, não é um fim, não é um princípio, não é um destino. O amor puro é uma condição. Tem tanto a ver com a vida de cada um como o clima. O amor não se percebe. Não dá para perceber. O amor é um estado de quem se sente. O amor é a nossa alma. É a nossa alma a desatar. A desatar a correr atrás do que não sabe, não apanha, não larga, não compreende. O amor é uma verdade. É por isso que a ilusão é necessária. A ilusão é bonita, não faz mal. Que se invente e minta e sonhe o que quiser. O amor é uma coisa, a vida é outra. A realidade pode matar, o amor é mais bonito que a vida. A vida que se lixe. Num momento, num olhar, o coração apanha-se para sempre. Ama-se alguém. Por muito longe, por muito difícil, por muito desesperadamente. O coração guarda o que se nos escapa das mãos. E durante o dia e durante a vida, quando não esta lá quem se ama, não é ela que nos acompanha - é o nosso amor, o amor que se lhe tem. Não é para perceber. É sinal de amor puro não se perceber, amar e não se ter, querer e não guardar a esperança, doer sem ficar magoado, viver sozinho, triste, mas mais acompanhado de quem vive feliz. Não se pode ceder. Não se pode resistir. A vida é uma coisa, o amor é outra. A vida dura a vida inteira, o amor não.
Miguel Esteves Cardoso in Expresso
terça-feira, julho 18, 2006

Delicioso!!!
DEFINIÇÃO DE AVÓ. Vejam este artigo redigido por uma menina de 8 anos e publicado no Jornal Cartaxo há uns tempos. Foi a propósito do dia dos avós.
Uma delícia!
«Uma Avó é uma mulher que não tem filhos, por isso gosta dos filhos dos outros.
As Avós não têm nada para fazer, é só estarem ali.
Quando nos levam a passear, andam devagar e não pisam as flores bonitas nem as lagartas.
Nunca dizem "Despacha-te!"
Normalmente são gordas, mas mesmo assim conseguem apertar-nos os sapatos.
Sabem sempre que a gente quer mais uma fatia de bolo ou uma fatia maior.
As Avós usam óculos e às vezes até conseguem tirar os dentes.
Quando nos contam histórias, nunca saltam bocados e nunca se importam de contar a mesma história várias vezes.
As Avós são as únicas pessoas grandes que têm sempre tempo.
Não são tão fracas como dizem, apesar de morreram mais vezes do que nós.
Toda a gente deve fazer o possível por ter uma Avó, principalmente se não tiver televisão.»
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