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quinta-feira, agosto 07, 2008

Sempre disse que gostaria de adoptar um criança. Mas foram precisos alguns anos até que o desejo não fosse apenas meu.

Rapaz ou rapariga tanto me faz. Para mim porque para o Jonas isso não era assim tão claro. Preferia uma menina, se possível recém-nascida ou no máximo até 3 anos.

A adopção em Portugal não é fácil. Sobretudo para quem não está disposto a aceitar qualquer criança.

Connosco o tempo tem sido um aliado por um lado, porque tem contribuído para que as barreiras que o Jonas antes levantava, tenham vindo a pouco e pouco a cair mas por outro tem sido um inimigo. Se tivessemos começado o processo quando comecei a falar nisso hoje já teriamos esse filho do coração connosco há algum tempo...assim estamos ainda na estaca zero.

Hoje tive conhecimento que vai ser lançado um guia que ensina a adoptar crianças.

Se por um lado me parece útil por outro acho que neste caso o melhor guia que podemos seguir é o amor. Só se deve avançar quando os dois estiverem de acordo em que seja como for a criança ...serão capazes de a amar como se ama um filho biológico. Só assim vale a pena adoptar.

Porque tal como acontece nos filhos biológocos...não há devolução possível, ou pelo menos não deveria haver embora já tenha lido casos em que isso aconteceu.

Adoptar tem que ser igual a uma gravidez normal...com uma única diferença: a gestação é feita só com o coração.


Sobre este tema deixo-vos dois links. Vão perceber melhor o que se vive durante o processo de adopção.

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